1 - Como instalar o sistema em rede? (SISCOLO e SISMAMA)
2 - Gerei uma base .DBF pelo sistema e não estou conseguindo abrir os arquivos, nem no ACCESS, nem no EXCEL. Qual pode ser o problema? (SISCOLO e SISMAMA)
5 - Gerei o BPA e exportei os dados. Entretanto esqueci de digitar os exames de histopatologia. Se o BACKUP for restaurado poderei digitar os exames e faturar novamente? (SISCOLO e SISMAMA)
7 - Qual o destino das lâminas selecionadas para monitoramento externo? (SISCOLO)
8 - Como ocorre a seleção de exames para monitoramento externo? (SISCOLO)
11 - O sistema não deixa espaço (campo de observações) para maiores comentários e recomendações. (SISMAMA)
14 - Quando há mais de uma categoria do BI-RADS como o sistema lauda? (SISMAMA)
15 - Quando se descreve microcalcificação não existem outras opções a não ser patológicas. (SISMAMA)
22 - O procedimento marcação pré-cirurgica é faturado pelo SISMAMA? (SISMAMA) (SISMAMA)
23 - Um nódulo lobulado, porém com menos de três lobulações, é concluído como Bi-RADS 4. (SISMAMA)
1 - Como instalar o sistema em rede? (SISCOLO e SISMAMA)
SISCOLO - paginas 11 e 60 (prestador) e páginas 15 e 52 (coordenação)
SISMAMA - páginas 13 e 118 (prestador) e página 18 (coordenação)
2 - Gerei uma base .DBF pelo sistema e não estou conseguindo abrir os arquivos, nem no ACCESS, nem no EXCEL. Qual pode ser o problema? (SISCOLO e SISMAMA)
No ACCESS 2000, a importação dos arquivos gerados em .DBF, é realizada sem problema. Entretanto, o ACCESS 97 exige algumas mudanças de configuração. Caso esteja utilizando esta versão do ACCESS,
você deve seguir os seguintes passos: Antes de criar o arquivo .DBF, deve-se alterar algumas configurações do BDE. Para se modificar a configuração do BDE, selecione/clique em:
Iniciar, Configurações, Painel de Controle,BDE Administrator, DataBase,Configuration Driver (clicar no + para abrir o Subgrupo) ,Native (clicar no + para abrir o Subgrupo) No quadro Definition
(a direita) mudar o item LANGDRIVER para DBASE PTB CP850” (para mudar o LANGDRIVER clique na seta no canto direito).
No quadro Definition (a direita) mudar o item LEVEL para 3 (para mudar o LEVEL clique na seta no canto direito).
Ao fechar o BDE aparecerá uma mensagem perguntando se deseja salvar
as alterações. Responda sim (Yes).
Como a última competência gerada foi referente ao mês 04/2009, o sistema mudou automaticamente de competência. Observe a barra de status (parte inferior direita) da tela do sistema que deverá estar escrito Competência a ser faturada 2009-05. Quando for solicitado BPA para nova competência (05), os exames digitados durante o mês 05 serão faturados (competência 05). Lembramos que serão faturados também, caso existam, os exames digitados dos três meses imediatamente anteriores, ou seja: 02, 03 e 04.
Exemplo:
| EXAMES /COMPETÊNCIA | MAI/2009 | ABR/2009 | MAR/2009 | FEV/2009 |
| Citopatológico-colo | 100 | 90 | 80 | 70 |
| Histopatológico-colo | 40 | 30 | 20 | 10 |
Nota: Consulte também o manual:
SISCOLO - paginas 51 - 54 (prestador)
SISMAMA - paginas 125 - 131 (prestador)
Após gerar BPA, o usuário não consegue mais alterar nenhum exame. Isto ocorre para evitar que o usuário exporte dados incorretos para o Estado.
Após a geração do BPA, as informações não somem da base de dados do laboratório. Elas apenas não podem ser visualizadas na tabela da tela de
pacientes. Para tirar um novo laudo ou visualizar os dados das pacientes já
faturadas, basta selecionar, no menu “relatório”, a opção “pesquisa pacientes”.
Situação 1 - Se o prestador já enviou o exporta dados para a coordenação.
A mulher precisa receber o laudo correto, então o prestador de serviço deve incluir novamente o exame desta mulher com o laudo
correto, imprimir este laudo e entregar para a mulher. Depois deve excluir esse laudo do sistema para que não aconteça faturamento
duplicado, o que causaria problemas com o SIA.
Situação 2 - Se o prestador ainda não enviou o exporta dados para a coordenação.
Basta voltar o backup da competência anterior, alterar o laudo e gerar novamente o BPA e Exporta Dados.
5 - Gerei o BPA e exportei os dados. Entretanto esqueci de digitar os exames de histopatologia. Se o BACKUP for restaurado poderei digitar os exames e faturar novamente? (SISCOLO e SISMAMA)
Se você ainda não entregou o BPA e ainda está dentro do prazo do SIA, você pode restaurar o backup e digitar os exames histopatológico e
gerar novamente o BPA e o exporta dados. Envie também o exporta dados novamente para o coordenação pois assim ela fará a leitura dos
registros que foram acrescentados.
Todo laboratório tem um teto máximo de exames que podem ser faturados por mês. Este teto é estabelecido de acordo com a capacidade de
atendimento de cada laboratório. O laboratório pode eventualmente ultrapassar este teto. Para que não tenha seus exames rejeitados o
laboratório deve fazer antecipadamente uma FPO (Folha de Provisão Orçamentária). Caso o laboratório não tenha feito a FPO, deve tentar
receber os exames rejeitados de forma administrativa.
7 - Qual o destino das lâminas selecionadas para monitoramento externo? (SISCOLO)
Após a releitura das lâminas o laboratório de Monitoramento Externo deverá devolver as mesmas para o laboratório de origem, ou seja,
para o laboratório que gerou o exame originalmente, pois este laboratório é o responsável pela guarda da lâmina.
8 - Como ocorre a seleção de exames para monitoramento externo? (SISCOLO)
No Siscolo todos os exames para monitoramento externo serão selecionados automaticamente no momento da sua digitação. O critério de seleção é o seguinte:
O percentual total de lâminas selecionadas poderá não atingir o total mínimo de 10% de exames digitados em uma competência.
Eventuais resíduos serão compensados na competência seguinte. Vamos dar como exemplo um laboratório que tenha digitado um total de 3.226 exames
de citopatologia.
Sendo 81 (2,5% do total de exames) positivos e insatisfatórios e 193 (6,0 % do total de exames) negativos. Temos então 274 (8,5 % do
total de exames) exames selecionados para monitoramento externo.
Como um dos critérios de monitoramento externo diz que devem ser selecionados no mínimo 10% do total de exames, que no nosso exemplo é
de 323 exames, verificamos que faltam 49 exames (1,5 % do total de exames) para que a condição seja satisfeita.
Os 49 exames que faltam para completar os 10%, serão selecionados entre os digitados na próxima competência, lembrando também que apenas
os exames negativos são contabilizados para compensar os exames que faltam. Isto ocorre devido ao fato que todos os exames positivos
e insatisfatórios já são selecionados normalmente para monitoramento externo.
| SIMULAÇÃO DE MONITORAMENTO EXTERNO | ||
|---|---|---|
| TOTAL DE EXAMES DIGITADOS | 3.226 | |
| Alterados Selecionados | 97 | 3% do total de exames |
| Insatisfatório | 81 | 2,5% do total de exames |
| Negativos selecionados | 323 | 10% do total de exames |
| Total de selecionados | 501 | 15,5% do total de exames | TEREMOS SEMPRE MAIS DE 10% SELECIONADOS |
No sismama essa situação não acontecerá mais, pois para o radiologista terminar o laudo, se houver necessidade de outras incidências/manobras,
a clínica terá de chamar o paciente. Isso foi decidido para corrigir uma distorção no atendimento, que era colocar tudo como Categoria 0 e
cobrar outro exame para fazer as incidências adicionais. Como a paciente não era convocada, ela voltava com outro pedido e assim, uma paciente
era igual a 2 exames.
No modelo atual, o radiologista deve fazer a câmara clara (acompanhar o exame e decidir na hora o que for necessário) ou
treinar a técnica para identificar algumas situações ou chamar paciente. Não há espaço para laudo de incidências/manobras,
somente laudo do exame completo e também não é possível colocar 0 para tudo.
As recomendações e condutas obedecem a um conjunto de especificações onde a partir da descrição dos achados são abertas apenas as opções de categorização possíveis.
Caso tenha detectado alguma descrição de achado que não corresponde a categoria disponibilizada favor enviar para que
possa ser verificado.
11 - O sistema não deixa espaço (campo de observações) para maiores comentários e recomendações. (SISCOLO e SISMAMA)
Há um campo para descrição chamado Observações Gerais em
conclusão diagnóstica.
Se uma clínica está fazendo o complemento da outra, comprova a situação uma paciente igual dois pedidos de exame, pois uma clínica não faria o
complemento de outra sem receber. Para resolver o problema, de imediato, sugiro que a clínica que faria o complemento realize o exame inteiro
e o laudo, já que está recebendo um exame.
De fato não é possível dar laudo de uma região, até porque isto representa uma distorção no atendimento. O exame tem que ser completo, as
duas mamas, com incidências, se for o caso. O exame pode ser unilateral, no caso de mamografia diagnóstica (controle de lesão Categoria)
ou no caso de mastectomia.
14 - Quando há mais de uma categoria do BI-RADS como o sistema lauda? (SISMAMA)
É emitida a Categoria BI-RADS de maior grau de suspeição (hierarquia de pior prognóstico: Categoria BI-RADS 6 > 5 > 4 > 0 > 3 > 2 > 1) para cada mama.
Ou seja se há mais de um achado em uma mama, deverá ser emitido o BI-RADS de pior prognóstico. Se existem achados nas 2 mamas, deverá ser
emitido para cada mama a Categoria BI-RADS de maior grau de suspeição.
15 - Quando se descreve microcalcificação não existem outras opções a não ser patológicas. (SISMAMA)
Os achados benignos que não forem contemplados nas opções do sistema poderão ser sucintamente descritos no campo observações.
As calcificações de aspecto benigno, independente da distribuição, devem ser marcadas no item "calcificações vasculares" ou "outras calcificações",
que engloba todas as calcificações tipicamente benignas descritas do BI-RADS. Estes achados são Categoria 2 e o sistema permite classificar desta
forma, quando representam o único achado no exame. Como não são achados relevantes não há necessidade de descrição muito detalhada e também não
interferem na classificação, se outros achados de importância estiverem associados.
As distribuições "agrupadas", segmento mamário" e "trajeto ductal" são utilizadas para as calcificações que têm grau de suspeição (são as intermediárias e com alta probabilidade de malignidade, segundo o BI-RADS).
O item "linfonodo aumentado" é reservado para linfonodos com dimensões acima do normal, mas principalmente com densidade homogênea, ou seja sem hilo adiposo.
Caso o linfonodo seja um pouco maior que o habitual, mas com hilo adiposo, é considerado de aspecto normal. Portanto, os itens "linfonodos aumentados, densos e
confluentes" estão reservados para linfonodos com características suspeitas.
O sistema não recomenda condutas. Há ligação entre Categorias BI-RADS e recomendação de conduta, mas somente para as lesões típicas e utilizando recomendações
consolidadas na literatura, descritas no BI-RADS e no documento de Consenso do Ministério da Saúde. Em alguns casos, o sistema libera duas ou três Categorias,
que se aplicam à lesão e o radiologista deve decidir qual a mais adequada para o caso.
Se o linfonodo não é típico, pelo sistema você pode descrevê-lo como nódulo. Se colocar contorno regular, associado com mama adiposa ou predominantemente adiposa,
o sistema habilita Categoria 3 e a indicação será controle em 6 meses (o sistema não permite Categoria 3 com indicação de ultra-sonografia). Se descrever o
contorno como regular ou lobulado, independente do tipo de mama, poderá usar Categoria 0, com indicação de ultra-sonografia. Ambas opções são válidas em termos
médicos e você pode escolher.
A opção de controle radiológico somente é válida para lesões com características de Categoria 3. Se uma lesão Categoria 3 está em controle, após 3 anos de estabilidade
pode ser considerada benigna, mas de fato, o sistema na versão 4.09 não permite opção de outra Categoria. No momento orientamos colocar na observação que a lesão pode
ser considerada benigna, pela estabilidade.
Se uma lesão tem características de Categoria 4, a indicação não é controle e sim histopatológico. Caso não tenha sido feito, permanece a suspeição e, mesmo se houver
estabilidade, neste caso não é considerada critério para benignidade.
Se a lesão Categoria 4 foi alvo de "core" ou mamotomia com resultado benigno, após controle de dois anos, pode ser considerada benigna. Como o sistema também não
permite mudar, utilize o campo observação para informar resultado de biópsia benigno e estabilidade.
Se a distorção for resultado de cirurgia, deve ser colocada no campo de outros achados (distorção por cirurgia", Categoria 2).
Se houver dúvida se é lesão ou fibrose, poderia ser usada Categoria 3, mas o sistema não habilita. Recomenda-se classificar Categoria 4, habilitada pelo sistema,
e colocar na observação que deve ser fibrose e sugerir controlar (depois, se ficar estável, poderá utilizar fibrose por cirurgia - Categoria 2 - e, se aumentar,
será de fato Categoria 4, com indicação de biópsia).
De fato, no sistema não há informação para ultrassonografia. Se for feita, anteriormente ou no mesmo dia da mamografia, a correlação deve ser feita no campo observações.
A comparação com mamografias também deve ser feita no campo observações.
22 - O procedimento marcação pré-cirurgica é faturado pelo SISMAMA? (SISMAMA)
O procedimento de marcação cirúrgica não deverá ser faturado pelo SISMAMA.
23 - Um nódulo lobulado, porém com menos de três lobulações, é concluído como Bi-RADS 4. (SISMAMA)
No sistema, os nódulos lobulados podem ser classificados Cat 0 ou Cat 4, de acordo com avaliação do radiologista. Se o profissional conseguiu "contar" 3 lobulações,
pode classificar Cat 0
A periodicidade da mamografia segue o Consenso do Ministério da Saúde (2004), baseado na literatura científica e nas experiências internacionais de programas
de rastreamento.
Evidências Científicas para Rastreamento de Câncer disponível em:
http://www.redecancer.org.br/wps/wcm/connect/apoiogestao/site/home/evidencias/cancer_de_mama/
Controle do Câncer de Mama - Documento de Consenso disponível em:
http://www.redecancer.org.br/wps/wcm/connect/cancermama/site/home/publicacoes/
A seleção é feita pela data do exame, ou seja exames realizados nesse período.