1 - Como instalar o sistema em rede? (SISCOLO e SISMAMA)


2 - Gerei uma base .DBF pelo sistema e não estou conseguindo abrir os arquivos, nem no ACCESS, nem no EXCEL. Qual pode ser o problema? (SISCOLO e SISMAMA)


3 - Considere a situação: No dia 07/05/2009, a pessoa responsável pelo BPA gerou o BPA do mês 04, que continha exames deste mesmo mês 04. Digitamos então, ao longo do mês 05, os exames do mês 05/2009. Quando formos gerar o BPA do mês 05/2009, em 07/06/2009, em que competência que o sistema deverá estar: competência 04, 05 ou 06, uma vez que já estaremos no mês 06? (SISCOLO e SISMAMA)


4 - Um laboratório apresentou problemas com o novo sistema. Após a geração do BPA e Exportação dos Dados não consegue alterar um exame que continha dados incorretos. A princípio, relatou que o cadastro dos pacientes havia desaparecido. O novo programa apaga os exames quando geramos o BPA e a Exportação de Dados? (SISCOLO e SISMAMA)


5 - Gerei o BPA e exportei os dados. Entretanto esqueci de digitar os exames de histopatologia. Se o BACKUP for restaurado poderei digitar os exames e faturar novamente? (SISCOLO e SISMAMA)


6 - Gerei o BPA e imprimi um recibo de faturamento com 2000 exames. Ao enviá-los ao SIA/SUS somente 1500 exames foram aceitos, sendo o restante glosado. O que pode ter acontecido ? Como posso receber o restante? (SISCOLO e SISMAMA)


7 - Qual o destino das lâminas selecionadas para monitoramento externo? (SISCOLO)


8 - Como ocorre a seleção de exames para monitoramento externo? (SISCOLO)


9 - Os exames "compressao localizada" e "spot de magnificação" são realizados somente na área onde foi evidenciado o nódulo mamário. Segundo nosso médico,não tem com se definir o tipo da pele e sua composição por este tipo de exame. Como devemos prosseguir, sabendo que o sistema não libera o laudo sem essas definições? (SISMAMA)


10 - Estou encontrando dificuldades de laudar mamografia devido aos critérios e condutas no sistema, que define, sem minha concordância, a categoria do exame e as recomendações de conduta. (SISMAMA)


11 - O sistema não deixa espaço (campo de observações) para maiores comentários e recomendações. (SISMAMA)


12 - Não temos como digitar os laudos das compressões localizadas e dos "spots de magnificações", por falta no programa deste tipo de exame. Alguns exames são complementos de outros serviços radiológicos. Como fazer? (SISMAMA)


13 - Não podemos completar todos os itens que o programa exige pelo fato desses exames só serem realizados em uma determinada área da mama. (SISMAMA)


14 - Quando há mais de uma categoria do BI-RADS como o sistema lauda? (SISMAMA)


15 - Quando se descreve microcalcificação não existem outras opções a não ser patológicas. (SISMAMA)


16 - Os tipos mais comums de microcalcificações são as esparsas, no entanto, as únicas opções do Sistema são agrupadas / segmento mamário / trajeto ductal (o que é muito diferente e interfere no BI-RADS). (SISMAMA)


17 - Ao se colocar linfonodos de dimensões aumentadas em região axilar o sistema automaticamente considera BI-RADS 4 e não aceita mudanças. (SISMAMA)


18 - O sistema sugere / recomenda condutas, sem considerar ou permitir considerações do médico radiologista. (SISMAMA)


19 - Determinadas imagens são virtualmente patognomônicas de linfonodos intramamários, porém outras, embora bastante sugestivas, não se pode afirmar com certeza. Nestes casos sempre usei prováveis linfonodos. O sistema não me permite isso. (SISMAMA)


20 - Por vezes ocorrem exames que, em se tratando de primeiro exame, seria um achado suspeito, por exemplo: assimetria focal, distorsão por fibrose, etc, entretanto esses achados já vem de longa data em exames prévios. Ao descrevê-los pelo sistema a categoria sobe para 3 ou 4, sendo que na verdade deveria ser 2. O que devo fazer? (SISMAMA)


21 - Exames anteriores (Ultrassonografia e mama e mamografia) são de grande valia na interpretação e conclusão do exame atual, entretanto o sistema não nos permite essa comparação e não leva em conta os achados anteriores. (SISMAMA)


22 - O procedimento marcação pré-cirurgica é faturado pelo SISMAMA? (SISMAMA) (SISMAMA)


23 - Um nódulo lobulado, porém com menos de três lobulações, é concluído como Bi-RADS 4. (SISMAMA)


24 - Por que em pacientes com mais de 50 anos, com BI-RADS 1 e 2, a recomendação de reavaliação é até 2 anos? (SISMAMA)


25 - Quando solicito relatório de busca ativa de 01/06/2009 a 31/06/2009 de mulheres sem informação e sem seguimento, esta seleção é feita com as mulheres com exames realizados neste período ou é por data da liberação do laudo? (SISCOLO e SISMAMA)


1 - Como instalar o sistema em rede? (SISCOLO e SISMAMA)


  1. Instale o sistema como servidor no servidor de rede e configure como máquina principal; Esta será a única máquina com autorização para gerar o BPA; nela também poderá ser realizada digitação.
  2. Instale o sistema como cliente em todas as máquinas que serão utilizadas somente para digitação;
  3. Quando a estação cliente for aberta pela primeira vez ela solicitará o IP do servidor. Peça ao gerente de rede para abrir o sistema no servidor e acessar o item de menu Ajuda / Sobre - nesta opção o sistema exibe o IP do servidor. Digite este IP na estação acompanhado do comando /3051 (EXEMPLO 10.46.254.3/3051) onde 3051 representa a porta utilizada pelo Firebird para acesso ao banco de dados.
Nota: Consulte também o manual:

SISCOLO - paginas 11 e 60 (prestador) e páginas 15 e 52 (coordenação)
SISMAMA - páginas 13 e 118 (prestador) e página 18 (coordenação)

Voltar ao inicio da página

2 - Gerei uma base .DBF pelo sistema e não estou conseguindo abrir os arquivos, nem no ACCESS, nem no EXCEL. Qual pode ser o problema? (SISCOLO e SISMAMA)

No ACCESS 2000, a importação dos arquivos gerados em .DBF, é realizada sem problema. Entretanto, o ACCESS 97 exige algumas mudanças de configuração. Caso esteja utilizando esta versão do ACCESS, você deve seguir os seguintes passos: Antes de criar o arquivo .DBF, deve-se alterar algumas configurações do BDE. Para se modificar a configuração do BDE, selecione/clique em: Iniciar, Configurações, Painel de Controle,BDE Administrator, DataBase,Configuration Driver (clicar no + para abrir o Subgrupo) ,Native (clicar no + para abrir o Subgrupo) No quadro Definition (a direita) mudar o item LANGDRIVER para DBASE PTB CP850” (para mudar o LANGDRIVER clique na seta no canto direito). No quadro Definition (a direita) mudar o item LEVEL para 3 (para mudar o LEVEL clique na seta no canto direito). Ao fechar o BDE aparecerá uma mensagem perguntando se deseja salvar as alterações. Responda sim (Yes).

Voltar ao inicio da página


3 - Considere a situação: No dia 07/05/2009, a pessoa responsável pelo BPA gerou o BPA do mês 04, que continha exames deste mesmo mês 04. Digitamos então, ao longo do mês 05, os exames do mês 05/2009. Quando formos gerar o BPA do mês 05/2009, em 07/06/2009, em que competência que o sistema deverá estar: competência 04, 05 ou 06, uma vez que já estaremos no mês 06? (SISCOLO e SISMAMA)

Como a última competência gerada foi referente ao mês 04/2009, o sistema mudou automaticamente de competência. Observe a barra de status (parte inferior direita) da tela do sistema que deverá estar escrito Competência a ser faturada 2009-05. Quando for solicitado BPA para nova competência (05), os exames digitados durante o mês 05 serão faturados (competência 05). Lembramos que serão faturados também, caso existam, os exames digitados dos três meses imediatamente anteriores, ou seja: 02, 03 e 04.


Exemplo:

EXAMES /COMPETÊNCIAMAI/2009ABR/2009MAR/2009FEV/2009
Citopatológico-colo 100908070
Histopatológico-colo40302010


Nota: Consulte também o manual:

SISCOLO - paginas 51 - 54 (prestador)
SISMAMA - paginas 125 - 131 (prestador)

Voltar ao inicio da página


4 - Um laboratório apresentou problemas com o novo sistema. Após a geração do BPA e Exportação dos Dados não consegue alterar um exame que continha dados incorretos. A princípio, relatou que o cadastro dos pacientes havia desaparecido. O novo programa apaga os exames quando geramos o BPA e a Exportação de Dados? (SISCOLO e SISMAMA)

Após gerar BPA, o usuário não consegue mais alterar nenhum exame. Isto ocorre para evitar que o usuário exporte dados incorretos para o Estado. Após a geração do BPA, as informações não somem da base de dados do laboratório. Elas apenas não podem ser visualizadas na tabela da tela de pacientes. Para tirar um novo laudo ou visualizar os dados das pacientes já faturadas, basta selecionar, no menu “relatório”, a opção “pesquisa pacientes”.

Situação 1 - Se o prestador já enviou o exporta dados para a coordenação.

A mulher precisa receber o laudo correto, então o prestador de serviço deve incluir novamente o exame desta mulher com o laudo correto, imprimir este laudo e entregar para a mulher. Depois deve excluir esse laudo do sistema para que não aconteça faturamento duplicado, o que causaria problemas com o SIA.

    1a) Se o exame era normal e foi equivocadamente digitado como alterado, este exame entrou de forma indevida no seguimento da coordenação, então o serviço deve enviar um comunicado para a coordenação e ela encerrar este seguimento como seguimento concluído - doença benigna.

    1b) Se o exame era alterado e foi equivocadamente digitado como normal, este exame não entrou na base de seguimento da coordenação, então o serviço deve enviar um comunicado com o verdadeiro laudo para a coordenação e ela deverá incluir esta mulher no seguimento.

Situação 2 - Se o prestador ainda não enviou o exporta dados para a coordenação.

Basta voltar o backup da competência anterior, alterar o laudo e gerar novamente o BPA e Exporta Dados.

    2a) Se o prestador ainda não digitou exames na nova competência.

    2b) Se o prestador já digitou dados na nova competência, ele deve fazer um backup da situação atual do sistema; voltar backup da competência anterior, corrigir o laudo, gerar o BPA e Exporta Dados; e por fim voltar o backup que ele fez na nova competência.

Voltar ao inicio da página

5 - Gerei o BPA e exportei os dados. Entretanto esqueci de digitar os exames de histopatologia. Se o BACKUP for restaurado poderei digitar os exames e faturar novamente? (SISCOLO e SISMAMA)

Se você ainda não entregou o BPA e ainda está dentro do prazo do SIA, você pode restaurar o backup e digitar os exames histopatológico e gerar novamente o BPA e o exporta dados. Envie também o exporta dados novamente para o coordenação pois assim ela fará a leitura dos registros que foram acrescentados.

Voltar ao inicio da página

6 - Gerei o BPA e imprimi um recibo de faturamento com 2000 exames. Ao enviá-los ao SIA/SUS somente 1500 exames foram aceitos, sendo o restante glosado. O que pode ter acontecido ? Como posso receber o restante? (SISCOLO e SISMAMA)

Todo laboratório tem um teto máximo de exames que podem ser faturados por mês. Este teto é estabelecido de acordo com a capacidade de atendimento de cada laboratório. O laboratório pode eventualmente ultrapassar este teto. Para que não tenha seus exames rejeitados o laboratório deve fazer antecipadamente uma FPO (Folha de Provisão Orçamentária). Caso o laboratório não tenha feito a FPO, deve tentar receber os exames rejeitados de forma administrativa.

Voltar ao inicio da página

7 - Qual o destino das lâminas selecionadas para monitoramento externo? (SISCOLO)

Após a releitura das lâminas o laboratório de Monitoramento Externo deverá devolver as mesmas para o laboratório de origem, ou seja, para o laboratório que gerou o exame originalmente, pois este laboratório é o responsável pela guarda da lâmina.

Voltar ao inicio da página

8 - Como ocorre a seleção de exames para monitoramento externo? (SISCOLO)

No Siscolo todos os exames para monitoramento externo serão selecionados automaticamente no momento da sua digitação. O critério de seleção é o seguinte:

  • Todos os positivos

  • Todos os Insatisfatórios

  • Mínimo de 10% dos negativos - até atingir o mínimo de 10% do total de exames (podendo ultrapassar esse limite)
  • O percentual total de lâminas selecionadas poderá não atingir o total mínimo de 10% de exames digitados em uma competência.
    Eventuais resíduos serão compensados na competência seguinte. Vamos dar como exemplo um laboratório que tenha digitado um total de 3.226 exames de citopatologia.
    Sendo 81 (2,5% do total de exames) positivos e insatisfatórios e 193 (6,0 % do total de exames) negativos. Temos então 274 (8,5 % do total de exames) exames selecionados para monitoramento externo.
    Como um dos critérios de monitoramento externo diz que devem ser selecionados no mínimo 10% do total de exames, que no nosso exemplo é de 323 exames, verificamos que faltam 49 exames (1,5 % do total de exames) para que a condição seja satisfeita.
    Os 49 exames que faltam para completar os 10%, serão selecionados entre os digitados na próxima competência, lembrando também que apenas os exames negativos são contabilizados para compensar os exames que faltam. Isto ocorre devido ao fato que todos os exames positivos e insatisfatórios já são selecionados normalmente para monitoramento externo.


    SIMULAÇÃO DE MONITORAMENTO EXTERNO
    TOTAL DE EXAMES DIGITADOS3.226
    Alterados Selecionados973% do total de exames
    Insatisfatório812,5% do total de exames
    Negativos selecionados32310% do total de exames
    Total de selecionados50115,5% do total de exames
    TEREMOS SEMPRE MAIS DE 10% SELECIONADOS

    Voltar ao inicio da página

    9 - Os exames "compressao localizada" e "spot de magnificação" são realizados somente na área onde foi evidenciado o nódulo mamário. Segundo nosso médico, não tem com se definir o tipo da pele e sua composição por este tipo de exame. Como devemos prosseguir, sabendo que o sistema não libera o laudo sem essas definições? (SISMAMA)

    No sismama essa situação não acontecerá mais, pois para o radiologista terminar o laudo, se houver necessidade de outras incidências/manobras, a clínica terá de chamar o paciente. Isso foi decidido para corrigir uma distorção no atendimento, que era colocar tudo como Categoria 0 e cobrar outro exame para fazer as incidências adicionais. Como a paciente não era convocada, ela voltava com outro pedido e assim, uma paciente era igual a 2 exames.
    No modelo atual, o radiologista deve fazer a câmara clara (acompanhar o exame e decidir na hora o que for necessário) ou treinar a técnica para identificar algumas situações ou chamar paciente. Não há espaço para laudo de incidências/manobras, somente laudo do exame completo e também não é possível colocar 0 para tudo.

    Voltar ao inicio da página

    10 - Estou encontrando dificuldades de laudar mamografia devido aos critérios e condutas no sistema, que define, sem minha concordância, a categoria do exame e as recomendações de conduta. (SISMAMA)

    As recomendações e condutas obedecem a um conjunto de especificações onde a partir da descrição dos achados são abertas apenas as opções de categorização possíveis.

    Caso tenha detectado alguma descrição de achado que não corresponde a categoria disponibilizada favor enviar para que possa ser verificado.

    Voltar ao inicio da página

    11 - O sistema não deixa espaço (campo de observações) para maiores comentários e recomendações. (SISCOLO e SISMAMA)

    Há um campo para descrição chamado Observações Gerais em conclusão diagnóstica.

    Voltar ao inicio da página

    12 - Não temos como digitar os laudos das compressões localizadas e dos "spot magnificações", por falta no programa deste tipo de exame. Alguns exames são complementos de outros serviços radiológicos. Como fazer? (SISMAMA)

    Se uma clínica está fazendo o complemento da outra, comprova a situação uma paciente igual dois pedidos de exame, pois uma clínica não faria o complemento de outra sem receber. Para resolver o problema, de imediato, sugiro que a clínica que faria o complemento realize o exame inteiro e o laudo, já que está recebendo um exame.

    Voltar ao inicio da página

    13 - Não podemos completar todos os itens que o programa exige pelo fato desses exames só serem realizados em uma determinada área da mama. (SISMAMA)

    De fato não é possível dar laudo de uma região, até porque isto representa uma distorção no atendimento. O exame tem que ser completo, as duas mamas, com incidências, se for o caso. O exame pode ser unilateral, no caso de mamografia diagnóstica (controle de lesão Categoria) ou no caso de mastectomia.

    Voltar ao inicio da página

    14 - Quando há mais de uma categoria do BI-RADS como o sistema lauda? (SISMAMA)

    É emitida a Categoria BI-RADS de maior grau de suspeição (hierarquia de pior prognóstico: Categoria BI-RADS 6 > 5 > 4 > 0 > 3 > 2 > 1) para cada mama. Ou seja se há mais de um achado em uma mama, deverá ser emitido o BI-RADS de pior prognóstico. Se existem achados nas 2 mamas, deverá ser emitido para cada mama a Categoria BI-RADS de maior grau de suspeição.

    Voltar ao inicio da página

    15 - Quando se descreve microcalcificação não existem outras opções a não ser patológicas. (SISMAMA)

    Os achados benignos que não forem contemplados nas opções do sistema poderão ser sucintamente descritos no campo observações.

    Voltar ao inicio da página

    16 - Os tipos mais comums de microcalcificações são as esparsas, no entanto, as únicas opções do Sistema são agrupadas / segmento mamário / trajeto ductal (o que é muito diferente e interfere no BI-RADS). (SISMAMA)

    As calcificações de aspecto benigno, independente da distribuição, devem ser marcadas no item "calcificações vasculares" ou "outras calcificações", que engloba todas as calcificações tipicamente benignas descritas do BI-RADS. Estes achados são Categoria 2 e o sistema permite classificar desta forma, quando representam o único achado no exame. Como não são achados relevantes não há necessidade de descrição muito detalhada e também não interferem na classificação, se outros achados de importância estiverem associados.
    As distribuições "agrupadas", segmento mamário" e "trajeto ductal" são utilizadas para as calcificações que têm grau de suspeição (são as intermediárias e com alta probabilidade de malignidade, segundo o BI-RADS).

    Voltar ao inicio da página

    17 - Ao se colocar linfonodos de dimensões aumentadas em região axilar o sistema automaticamente considera BI-RADS 4 e não aceita mudanças. (SISMAMA)

    O item "linfonodo aumentado" é reservado para linfonodos com dimensões acima do normal, mas principalmente com densidade homogênea, ou seja sem hilo adiposo. Caso o linfonodo seja um pouco maior que o habitual, mas com hilo adiposo, é considerado de aspecto normal. Portanto, os itens "linfonodos aumentados, densos e confluentes" estão reservados para linfonodos com características suspeitas.

    Voltar ao inicio da página

    18 - O sistema sugere / recomenda condutas, sem considerar ou permitir considerações do médico radiologista. (SISMAMA)

    O sistema não recomenda condutas. Há ligação entre Categorias BI-RADS e recomendação de conduta, mas somente para as lesões típicas e utilizando recomendações consolidadas na literatura, descritas no BI-RADS e no documento de Consenso do Ministério da Saúde. Em alguns casos, o sistema libera duas ou três Categorias, que se aplicam à lesão e o radiologista deve decidir qual a mais adequada para o caso.

    Voltar ao inicio da página

    19 - Determinadas imagens são virtualmente patognomônicas de linfonodos intramamários, porém outras, embora bastante sugestivas, não se pode afirmar com certeza.Nestes casos sempre usei prováveis linfonodos. O sistema não me permite isso. (SISMAMA)

    Se o linfonodo não é típico, pelo sistema você pode descrevê-lo como nódulo. Se colocar contorno regular, associado com mama adiposa ou predominantemente adiposa, o sistema habilita Categoria 3 e a indicação será controle em 6 meses (o sistema não permite Categoria 3 com indicação de ultra-sonografia). Se descrever o contorno como regular ou lobulado, independente do tipo de mama, poderá usar Categoria 0, com indicação de ultra-sonografia. Ambas opções são válidas em termos médicos e você pode escolher.

    Voltar ao inicio da página

    20 - Por vezes ocorrem exames que, em se tratando de primeiro exame, seria um achado suspeito, por exemplo: assimetria focal, distorsão por fibrose, etc, entretanto esses achados já vem de longa data em exames prévios. Ao descrevê-los pelo sistema a categoria sobe para 3 ou 4, sendo que na verdade deveria ser 2. O que devo fazer? (SISMAMA)

    A opção de controle radiológico somente é válida para lesões com características de Categoria 3. Se uma lesão Categoria 3 está em controle, após 3 anos de estabilidade pode ser considerada benigna, mas de fato, o sistema na versão 4.09 não permite opção de outra Categoria. No momento orientamos colocar na observação que a lesão pode ser considerada benigna, pela estabilidade. Se uma lesão tem características de Categoria 4, a indicação não é controle e sim histopatológico. Caso não tenha sido feito, permanece a suspeição e, mesmo se houver estabilidade, neste caso não é considerada critério para benignidade. Se a lesão Categoria 4 foi alvo de "core" ou mamotomia com resultado benigno, após controle de dois anos, pode ser considerada benigna. Como o sistema também não permite mudar, utilize o campo observação para informar resultado de biópsia benigno e estabilidade. Se a distorção for resultado de cirurgia, deve ser colocada no campo de outros achados (distorção por cirurgia", Categoria 2). Se houver dúvida se é lesão ou fibrose, poderia ser usada Categoria 3, mas o sistema não habilita. Recomenda-se classificar Categoria 4, habilitada pelo sistema, e colocar na observação que deve ser fibrose e sugerir controlar (depois, se ficar estável, poderá utilizar fibrose por cirurgia - Categoria 2 - e, se aumentar, será de fato Categoria 4, com indicação de biópsia).

    Voltar ao inicio da página

    21 - Exames anteriores (Ultrassonografia e mama e mamografia) são de grande valia na interpretação e conclusão do exame atual, entretanto o sistema não nos permite essa comparação e não leva em conta os achados anteriores. (SISMAMA)

    De fato, no sistema não há informação para ultrassonografia. Se for feita, anteriormente ou no mesmo dia da mamografia, a correlação deve ser feita no campo observações. A comparação com mamografias também deve ser feita no campo observações.

    Voltar ao inicio da página

    22 - O procedimento marcação pré-cirurgica é faturado pelo SISMAMA? (SISMAMA)

    O procedimento de marcação cirúrgica não deverá ser faturado pelo SISMAMA.

    Voltar ao inicio da página

    23 - Um nódulo lobulado, porém com menos de três lobulações, é concluído como Bi-RADS 4. (SISMAMA)

    No sistema, os nódulos lobulados podem ser classificados Cat 0 ou Cat 4, de acordo com avaliação do radiologista. Se o profissional conseguiu "contar" 3 lobulações, pode classificar Cat 0

    Voltar ao inicio da página

    24 - Por que em pacientes com mais de 50 anos, com BI-RADS 1 e 2, a recomendação de reavaliação é até 2 anos? (SISMAMA)

    A periodicidade da mamografia segue o Consenso do Ministério da Saúde (2004), baseado na literatura científica e nas experiências internacionais de programas de rastreamento.

    Evidências Científicas para Rastreamento de Câncer disponível em:
    http://www.redecancer.org.br/wps/wcm/connect/apoiogestao/site/home/evidencias/cancer_de_mama/

    Controle do Câncer de Mama - Documento de Consenso disponível em:
    http://www.redecancer.org.br/wps/wcm/connect/cancermama/site/home/publicacoes/

    Voltar ao inicio da página

    25 - Quando solicito relatório de busca ativa de 01/06/2009 a 31/06/2009 de mulheres sem informação e sem seguimento, esta seleção é feita com as mulheres com exames realizados neste período ou é por data da liberação do laudo? (SISCOLO e SISMAMA)

    A seleção é feita pela data do exame, ou seja exames realizados nesse período.

    Voltar ao inicio da página

    SisCam - Sistema de Informação do Cancer da MulherRua México, 128 - - (21) 3985-7173
    Copyright © 2008 - Datasus. Todos os direitos reservados.